Empresas reforçam investimento contra ataques informáticos

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A pandemia tornou mais evidente que a digitalização é o futuro e os processos organizacionais terão que acompanhar essa tendência. As empresas necessitam de acompanhar os modos de consumo cada vez mais inovadores e dessa feita, a proteção contra possíveis ataques é uma prioridade para os gestores que pretendem manter as suas bases de dados intactas e seguras para o bem de todos os consumidores e cidadãos em sociedade.

Num passado recente, a atividade digital viu-se comprometida várias vezes em diversas empresas como a TAP, Grupo Sonae e entre outras. Assim, estas instituições portuguesas de renome servem de exemplo para que pequenas e médias se possam informar e possam investir na sua segurança.

A segurança informática é um departamento essencial para qualquer empresa embora, acarreta custos elevados que pequenas e médias organizações podem não conseguir suportar e por isso a importância das tecnologias de informação, através de contratação de serviços especializados e direcionados para as necessidades das mesmas.

Os indicadores mais recentes publicados pela Gartner indicam que o investimento na segurança da informação e na gestão dos riscos cibernéticos cresça este ano para os 172,5 mil milhões de euros em 2022, e que até 2026 se situe nos 267,3 mil milhões de euros, atingindo uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 11%. No mesmo sentido, a consultora PwC inquiriu vários gestores num estudo recente e concluiu que 69% tenciona aumentar os seus gastos em cibersegurança ao longo de 2022, contra 55% em 2021. E mais de 26% referiu que este aumento será de 10% ou mais.

Segundo Carlos Jesus, Country Manager da Colt Portugal,  “o aumento dos custos provoca um alargamento dos tempos de decisão das empresas, mas não um movimento de desinvestimento, até porque os empresários e os gestores sabem o quão crítica é a transformação digital para que possam manter e desenvolver os seus negócios, e isto inclui evidentemente a segurança das infraestruturas, das redes, das ferramentas, dos processos, dos dados, dos dispositivos, dos utilizadores… Um dos principais pilares da transformação digital é a cibersegurança, sem ela não há transformação digital”.

A generalidade das organizações está a enfrentar uma nova realidade e a ter que procurar alternativas para, pelo menos, manterem as receitas e otimizarem os custos operacionais. Precisamente por causa deste contexto que investimentos contínuos na cibersegurança das organizações são, agora talvez, mais do que nunca essenciais. 

Assim e em concordância com Bruno Gonçalves, Cybersecurity Business Unit Manager da Warpcom, “o tecido empresarial encontra-se num momento em que as empresas precisam de se focar para manterem as suas receitas ou transformarem-se para as aumentar e otimizarem os seus custos operacionais, não podendo imperativamente correr o risco de sofrerem um incidente de segurança que comprometa as suas operações diárias, a sua marca e os seus clientes”.

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