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Taxas Euribor em máximos de mais de dez anos

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A normalização da Política do Banco Central Europeu (BCE) traz um aumento dos encargos para quem tem empréstimos. A taxa Euribor a doze meses já superou a barreira dos 2%, fixando-se, no dia de hoje, nos 2,102%. A DECO tem alertado para situações de dificuldades das famílias em cumprir os pagamentos.

“Temos muitas famílias com taxas de endividamento elevadas, e qualquer pequena alteração na sua situação leva a uma rutura dos orçamentos”, refere Natália Nunes, do gabinete de Proteção Financeira da DECO.

A taxa Euribor a seis meses, a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação e que entrou em terreno positivo em 6 de junho, subiu, esta terça-feira, para 1,538%, mais 0,044 pontos percentuais do que na segunda-feira, sendo este um máximo desde novembro de 2011.

De um modo semelhante, a Euribor a três meses, que está desde o dia 14 de julho em terreno positivo pela primeira vez desde abril de 2015, fixou-se, esta terça-feira, em 1%, um aumento de 0,012 pontos percentuais e um novo máximo desde março de 2012.

Se a perspetiva é de que as taxas vão continuar a subir, há que tentar baixar o valor da prestação e, para isso, existem algumas soluções. Uma delas é, se for possível, amortizar parte da dívida. Outra é negociar com o banco. Pode ser possível uma redução do spread, ou uma alteração da taxa. Por exemplo, a taxa Euribor a três meses é inferior à taxa Euribor a doze meses.

Por fim, uma outra solução é aumentar o prazo do empréstimo, ainda que isso vá trazer mais encargos para o futuro. Pode ainda conseguir-se alguma poupança mensal, revendo o seguro de vida associado ao crédito à habitação.

Autor: Diogo Martins

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