Riqueza global cresce 9,8% em 2021, mas concentra-se nas mãos de poucos

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Segundo o Global Wealth Report 2022, publicado no dia 20 de setembro deste ano pelo banco Credit Suisse ($CS), a riqueza global em 2021 totalizou 463 biliões de euros, o que representa crescimento de 9,8% face a 2020. Porém, 45,6% deste montante está concentrado nas mãos de apenas 1% da população. 

Apesar das disparidades, a diferença entre ricos e pobres diminuiu no último século devido principalmente ao progresso nos países mais pobres.

Os Estados Unidos da América e a China foram os países que mais contribuíram para a elevação do patrimônio mundial neste período. Entre as 5,2 milhões de pessoas que se tornaram milionárias em 2021, 2,5 milhões foram nos Estados Unidos. No total, constatou-se a existência de 62,5 milhões de pessoas milionárias neste período. Já a população com riqueza de menos de 10 mil euros representa 53% da população mundial.

Em termos regionais, a Europa ocupa o segundo lugar em termos de riqueza acumulada, com um total de mais de 106 biliões de euros de capital acumulado, atrás apenas dos EUA, com um total de 158 biliões. 

Portugal, em comparação com 2020, apresentou menos 10 mil portugueses com património superior a um milhão, o que significa uma queda de 6%, conforme já mencionado em publicação da Meu Capital

Apesar deste período ter sido marcado pela recuperação pós pandemia de COVID-19, de acordo com Anthony Shorrocks, um dos autores da análise, 2021 foi um bom ano para as finanças devido ao aumento das ações e à descida das taxas de juros. As projeções para os próximos cinco anos são positivas: estima-se que a riqueza de cada adulto aumente, em média, 28% até 2026. 

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