Quentes da Semana: USA vs Cripto, caos na Credit Suisse e polémica da TAP

Quentes da semana é uma nova rubrica da Meu Capital levada a cabo pelo seu Financial Content Writer João Fonte, cujo principal objetivo será compilar os assuntos mais marcantes ocorridos ao longo da semana de forma a resumi-los numa só notícia.

Infraestruturas de Portugal passam de prejuízo a lucro de 32,4 milhões no primeiro semestre

A empresa terminou o primeiro semestre deste ano com resultado líquido de 32,4 milhões de euros, o que representou uma recuperação de 71,3 milhões de euros, em comparação com igual período do ano passado.

Segundo um comunicado emitido pela empresa pública, o “lucro alcançado reflecte a “recuperação do impacto da covid-19 nas receitas de utilização das infra-estruturas rodoferroviárias”.

Diminuição da Dívida Pública

A dívida pública portuguesa recuou 900 milhões de euros em agosto para 278,2 mil milhões de euros.

O ministro das Finanças, Fernando Medina, reiterou que o Governo tem como objetivo “tirar Portugal do grupo de países com maior dívida pública” e aponta para uma redução do rácio para perto de 100% até 2026.

USA querem acelerar o processo de regulação das criptomoedas

O Governo liderado por Joe Biden pediu ao congresso, órgão legislativo  do governo federal, para tornar o processo de regulação de criptomoedas como urgente, uma vez que atrasos no Capitólio podem colocar os investidores em risco, algo que Joe Biden e a sua administração não pretendem. 

O caos que paira na Credit Suisse

O Credit Suisse é um dos maiores bancos suíços de investimento e prestador de outros serviços financeiros relacionados.

Contudo, nos últimos meses, vários são os escândalos que estão a abalar este banco, estando novamente esta semana sob pressão do mercado.

Apesar do novo CEO Ulrich Korner ter anunciado um plano de reestruturação do grupo, as ações do mesmo estão claramente em queda livre, recuando para valores mínimos históricos.

A polémica TAP

A companhia aérea portuguesa continua, uma vez mais, a ser mencionada por razões pouco ou nada agradáveis. 

Esta semana foi uma espécie de montanha-russa de notícias acerca da TAP.

Tudo começou quando a mesma anunciou um contrato com a marca alemã BMW para a compra de 50 automóveis topo de gama destinados aos seus administradores.

Contudo, a TAP vai manter a frota atual de automóveis das chefias por mais um ano, enquanto reavalia a sua política de mobilidade, afirma a companhia, em comunicado reagindo à polémica desencadeada pela notícia acima mencionada.

“A Comissão Executiva da TAP compreende o sentimento geral dos portugueses e, apesar da decisão que tomou quanto à frota automóvel ser a menos onerosa para a Companhia nas atuais condições de mercado, a TAP procurará manter a atual frota durante um período máximo de um ano, enquanto reavalia a política de mobilidade da Empresa”.

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