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O efeito da inflação no material escolar.

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Comprar material escolar no ano letivo 2022/2023 vai custar mais aos pais das crianças e jovens portugueses face ao ano passado. Descubra tudo. 

A subida de preços dos bens e serviços da economia tem sido uma constante nos últimos meses, e o material escolar não é uma exceção. 

Segundo o comparador de preços online, KuantoKusta, no novo ano letivo, que terá início já no mês que vem, os materiais básicos escolares irão custar mais aos encarregados de educação. 

Tomando como exemplo o material necessário para um aluno do 2.º ciclo de ensino, que inclui cadernos, lápis, esferográficas, mochila, estojo e calculadora científica, tem-se que em 2021 uma família gastaria 92,12 euros, enquanto este ano deverá gastar 107,36 euros.

Isto significa que comparativamente com o mês de agosto do passado ano de 2021, um cabaz de material escolar básico está aproximadamente 15 euros mais caro, o que representa um aumento de 16,54% face ao período homólogo.

Quais os produtos que registaram um maior aumento?

De entre os materiais com maiores subidas de preço destacaram-se as mochilas, os cadernos A4 e os estojos, tendo os lápis e as esferográficas sido dos poucos produtos que mantiveram o seu preço.De acordo como o referido site online que compara preços “a inflação e o aumento dos custos de muitos materiais impactaram os preços de artigos como lapiseiras e minas (com uma subida média de preço de 205%), papel A4 (+160%), furadores e agrafadores (+115%) e lápis, afias e borrachas (+105%)”.

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