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Emissões de Bitcoin mining na China irão atingir valores elevados

Ultrapassando a barreira dos 60 mil dólares por unidade nas últimas semanas, a Bitcoin ($BTC) está cada vez mais presente na nossa realidade. Significa que, além do conhecimento dos seus benefícios, temos de ter em conta os custos de suportar toda a rede para todo o planeta.

Um estudo da Universidade de Tsinghua, em Pequim, estima que, na China, as emissões de carbono provenientes de Bitcoin mining vão chegar às 130 milhões de toneladas em 2024.

O que é bitcoin mining?

É o processo em que novas bitcoins são inseridas na rede bem como é a partir deste que toda a rede de registo em blockchain é gerida e conservada. É executado através de computadores com uma grande capacidade de processamento, programados para resolver algoritmos de extrema complexidade.
Este é um mercado que continua a crescer sendo extremamente apelativo devido ao contínuo crescimento do preço da Bitcoin e de outras criptomoedas, dado que cada miner é recompensado com uma quantidade de moeda recentemente criada.

É importante realçar que a cada 4 anos, o software faz com que a dificuldade de Bitcoin mining duplique, dado que as recompensas atribuídas sofrem um decréscimo.
Para a segurança destas transações, estas são registadas publicamente em blockchain.

Os seus custos, o exemplo da China

As emissões de carbono relacionadas com Bitcoin mining estão a sofrer um aumento considerável no território chinês e, a médio prazo, o total anual poderá ultrapassar os valores de emissões globais de países como a Itália e a República Checa.

Estudos realizados por Guan Dabo, professor de Economia das Alterações Climáticas na Universidade de Tsinghua em Pequim, estimam que em 2024 o país necessitará de 297 terawatts/hora de energia para cobrir as transações de bitcoin, ou seja, a emissão de 130 milhões de toneladas de carbono, representando 5,4% das emissões de carbono derivadas de energia da China.
Sendo a energia chinesa relativamente barata em relação a outros países, 78,89% das operações globais de blockchain passam pela China.

Cerca de 40% das minas de bitcoin chinesas são abastecidas por energia proveniente de carvão, o que vai contra as intenções do governo chinês de atingir o derradeiro pico de emissões em 2030 e ser um país neutro em 2060.

“A operação Bitcoin-blockchain pode pôr em causa o esforço rumo ao objetivo da redução das emissões de carbono”, afirmou Wang Shouyang, co-autor do estudo.
Acrescenta ainda que, sendo que as regiões onde as fontes de energia limpa predominam possuem um preço mais barato do que regiões abastecidas a carvão, as empresas beneficiam com uma deslocalização. 

Prevê-se que, em 2021, a indústria mineradora de criptomoedas seja responsável pelo consumo de 0.6% do total da energia produzida globalmente.

Autor: Daniel Branco

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