Aeroporto privado de Santarém pode mesmo vir a existir

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No mês de agosto de 2022 Portugal acordou com uma notícia que causaria muito ruído em torno da mesma: um grupo privado afirmou estar a estudar, há cerca de 3 anos, a possibilidade de começar uma infraestrutura regional em Santarém, no Ribatejo, com um investimento inferior a mil milhões de euros.

Este novo futuro aeroporto português será algures entre a estação da Mato Miranda, na linha do Norte, e a estação de serviço da BP, na A1, que liga as duas maiores cidades de Portugal, Lisboa e Porto.

Esta escolha geográfica deve-se, fundamentalmente, a dois motivos: 

  • Proximidade geográfica com a capital Lisboa, pois ficará a cerca de 80 quilômetros da mesma
  • Boas acessibilidades rodoviárias e ferroviárias

O grupo admitiu começar apenas como uma infraestrutura regional e, na versão mais curta, com uma pista de 3.300 metros, permitindo uma capacidade para 10 milhões de passageiros por ano.

De acordo com o grupo, este projeto será financiado através das taxas aeroportuárias, não havendo necessidade de investimento público, sendo apenas necessário o apoio por parte do Estado português no que toca a burocracias relacionadas com licenças.

Uma vez corrido bem este projeto, o grupo afirmou, há dias, que existe um segundo cenário em cima da mesa: a construção de mais duas pistas, ficando assim com três pistas paralelas com o intuito de chegar até aos 100 milhões de passageiros por ano.

Neste caso, o investimento já seria muito mais avultado, ultrapassando os 4 mil milhões de euros.

Mas afinal quem é este grupo?

Este grupo é constituido por investidores com capital nacional e estrangeiro, mas também conta com a presença de um grande grupo português.

Este grupo não é nada mais nada menos que o Grupo Barraqueiro, um grupo privado português responsável por mais de 30 empresas do ramo dos transportes em Portugal.

Segundo a proposta deste grupo, “Existe o interesse manifestado por parte de operadores e investidores tier one mun­diais, que acompanham e ou participam na elaboração e evolução dos estudos há mais de dois anos e que têm interesse em integrar o consórcio para o investimento e a gestão do novo aeroporto”.

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