fbpx

Ações da Galp sobem por nove sessões consecutivas

⏱️ Tempo estimado de leitura: 2 minutos

De acordo com o Yahoo Finance, é possível constatar o crescimento contínuo da cotação de fecho das ações da Galp Energia, SGPS, S.A. (GALP.LS), desde 20 (8,26€) até 30 (9,80€) do mês de setembro.

Do que é possível apurar no site oficial da empresa, a 17 de setembro, o target price situava-se nos 10€ (de acordo com a avaliação da J.P. Morgan Cazenove), com uma recomendação de underweight, ao passo que à data de 27 de setembro, a Goldman Sachs avaliou o mesmo preço em 14,50€, com uma recomendação de buy. De notar, ainda, que a 31 de março, o target price definido pela Goldman Sachs foi de 13,50€. Esta atualização teve como base as mais recentes notícias e pressupostos macro de commodities.

De acordo com o analista Michele della Vigna, da Goldman Sachs, “a Galp oferece uma combinação de crescimento e uma base de ativos de alta qualidade no Upstream, que suportam uma perspetiva sólida de crescimento da produção no curto e médio prazo, no momento em que se espera que os preços das commodities recuperem”.

Deste modo, a “lição exemplar” incitada por António Costa, primeiro-ministro português, no domingo de 19 de setembro, relativamente ao fecho da refinaria de Matosinhos parece, ainda, não ter surtido efeito na cotação da empresa.

Aquando de uma ação de campanha em Matosinhos, no âmbito das eleições autárquicas que tiveram lugar no domingo, 26 de setembro, o secretário-geral do Partido Socialista (PS) afirmou que “era difícil imaginar tanto disparate, tanta asneira, tanta insensibilidade, tanta falta de solidariedade como aquela de que a Galp deu provas aqui na refinaria de Matosinhos”.

Recorde-se ainda que o Estado Português é o segundo maior acionista da Galp (em termos de participações qualificadas), com uma participação de 7,48% de direitos de voto, sendo apenas precedido pela Amorim Energia, a qual detém uma participação de 33,34% dos direitos de voto.

Com o encerramento da refinaria de Matosinhos surgem, de facto, vários problemas, desde a necessidade de importação de alguns produtos refinados que lá eram produzidos, bem como a perda de postos de trabalho (diretos e indiretos) e de rendimentos. Segundo o jornal ECO, com base num estudo socioeconómico, são esperadas quebras de 5% no PIB em Matosinhos, e de 1% na Área Metropolitana do Porto.

Autor: Alexandre Lima

DEIXA UM COMENTÁRIO

Por favor, envie o comentário!
Por favor, escreva o seu nome aqui

Subscreve a nossa Newsletter

Com o resumo das nossas notícias

Últimas notícias

Artigos Relacionados

spot_imgspot_img